quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Perseguição à Igreja não vem de inimigos externos, diz Papa sobre denúncias de pedofilia.


A caminho de Portugal, o Papa Bento XVI disse, nesta terça-feira, que a onda de denúncias sobre abusos sexuais contra crianças cometidos por padres é a “maior perseguição à Igreja”, mas é resultado de pecados em seu interior, e não de “inimigos externos”. Em um de seus comentários mais fortes desde o início dos escândalos sobre pedofilia, o Papa pediu uma profunda purificação e penitência dentro da instituição, e disse que o “perdão não pode ser um substituto para a justiça“.

  – Hoje nós vemos de uma forma verdadeiramente terrível que a grande perseguição à Igreja não vem de inimigos externos, mas nasce do pecado dentro da Igreja – disse ele a jornalistas, no vôo para Lisboa, ao responder a pergunta sobre os escândalos de abusos sexuais.  - A Igreja precisa reaprender profundamente a penitencia, aceitar a purificação, aprender o perdão, mas também a justiça.
  Nas últimas semanas, diversas autoridades do Vaticano acusaram a mídia de promover uma campanha contra a Igreja, publicando denúncias inclusive contra o Papa, que negou ter acobertado religiosos pedófilos. Bento XVI, que faz sua primeira viagem a Portugal nos seus cinco anos de pontificado, chegou sem problemas a Lisboa.
   Intensifiquemos nossas orações pelos sarcedortes do mundo inteiro, pedindo a Deus que os faça santos, os protega e os livre de toda a tentação e de todo ataque de satanás e pedindo a Deus de modo especial pelo nosso  Papa Bento XVI. 

 Deus seja amado por todos os corações!

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

O Papa Bento XVI assinalou que a missão da Igreja é falar de Deus a todo mundo.


Na homilia da Missa que presidiu esta manhã na Basílica de São Pedro ao concluir o encontro “Novos evangelizadores para a nova evangelização”, o Papa Bento XVI assinalou que a missão da Igreja é falar de Deus a todo mundo.
Conforme assinala a nota da Rádio Vaticano, o Santo Padre refletiu em sua homilia sobre o texto evangélico no qual Jesus responde aos fariseus “Dêem a Deus o que é de Deus e a César o que é de César”.
O Papa explicou que “esta palavra de Jesus são muito ricas de conteúdo antropológico, e não podem reduzir-se apenas ao âmbito político. A Igreja, portanto, não se limita a recordar aos homens a justa distinção entre a esfera de autoridade do César e a de Deus, entre o âmbito político e o religioso”.
“A missão da Igreja, como a de Cristo, é essencialmente falar de Deus, recordar sua soberania, recordar a todos, especialmente aos cristãos que perderam sua própria identidade, o direito de Deus sobre o que lhe pertence, quer dizer, nossa própria vida”.
Bento XVI explicou também que Deus é o Senhor da história e sempre propõe uma resposta autêntica à situação dos seres humanos que “depois da nefasta estação dos impérios totalitários do século XX, têm necessidade de reencontrar um olhar total do mundo e do tempo, um olhar verdadeiramente livre, pacifico”.
Este olhar, recordou, é o que “o Concílio Vaticano II transmitiu em seus documentos, e que meus predecessores, o servo de Deus Paulo VI e o beato João Paulo II, ilustraram com seu Magistério”.
Bento XVI sublinhou que todo fiel deve fazer parte da tarefa da nova evangelização, para o qual é imprescindível rezar constantemente e viver em comunhão com os irmãos.
Além disso, disse, “cada missionário do Evangelho deve sempre ter presente esta verdade: é o Senhor que tocou os corações com sua Palavra e seu Espírito, chamando as pessoas à fé e à comunhão na Igreja”.
“A evangelização para ser eficaz, tem necessidade da força do Espírito, que anima o anúncio e infunde em quem o leva aquela ‘plena certeza’ da qual nos fala o Apóstolo” São Paulo.
Voltando para as palavras de Cristo sobre o que corresponde a Deus e ao César, o Papa indicou que com esta valiosa expressão Jesus mostra que Ele “com efeito, é verdadeiro e ensina o caminho de Deus segundo a verdade. Ele mesmo é este ‘caminho de Deus’, que estamos chamados a percorrer. Podemos recordar as palavras de Jesus, no Evangelho de João: ‘Eu sou o caminho, a Verdade e a vida’”.
“Os novos evangelizadores estão chamados a caminhar em primeira fila neste Caminho que é Cristo, para que os outros conheçam a beleza do Evangelho que dá vida. E neste caminho, não andamos sós, mas sim em companhia: uma experiência de comunhão e de fraternidade que se oferece a quantos encontramos, para fazer partícipes a outros nossa experiência de Cristo e de sua Igreja”.
Assim, disse o Papa Bento XVI, “o testemunho, junto ao anúncio, pode abrir o coração de quantos procuram a verdade, para que possam alcançar o sentido de sua própria vida”.
Bento XVI também explicou que se as palavras do Jesus sobre as moedas, nas que estava cunhada a imagem do César, também são uma referência clara à imagem e semelhança de Deus que cada pessoa tem ao ter sido criada por Ele.
Por isso, recorda as palavras de Santo Agostinho: “se o César reclamar sua própria imagem esculpida na moeda –afirma-não exigirá Deus do homem a imagem divina esculpida nele?. E mais ainda: ‘Como se volta a dar ao César a moeda, assim se volta a dar a Deus a alma iluminada e esculpida pela luz de seu rosto… Cristo em efeito vive no interior do homem’”.
“Queridos irmãos e irmãs, vocês estão entre os protagonistas da nova evangelização que a Igreja empreendeu e leva adiante, com dificuldade, mas com o mesmo entusiasmo dos primeiros cristãos”.
Finalmente o Papa assegurou suas orações por quantos se empenham na tarefa da nova evangelização e propôs como exemplo a Virgem Maria, de quem se deve aprender a ser alegres, humildes e “ao mesmo tempo valentes; singelos e prudentes; equilibrados e fortes, não com a força do mundo, mas com a da verdade”.
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Vaticano, 16 Out. 11 / 11:45 am (ACI/EWTN Noticias)

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

São Nicolau Tolentino, protetor das Almas do Purgatório



São Nicolau Tolentino
S. Nicolau Tolentino teve uma visão de um imenso vale onde multidões de almas se retorciam de dor num braseiro imenso e gemiam de cortar o coração. Ao perceberem o Santo, bradavam suplicantes, estendendo os braços e pedindo misericórdia e socorro. Padre Nicolau, tem piedade de nós! Se celebrares a Santa Missa por nós, quase todas seremos libertadas de nossos dolorosos tormentos. São Nicolau celebrou sete missas em sufrágio dessas almas. Durante a última Missa apareceu-Ihe uma multidão de almas resplandecentes de glória que subiam ao céu.
Conhecido tambem como Santo Padroeiro das Almas Santas ou São Patrocínio
Nasceu em 1245 em Sant’Angelo, Diocese de Fermo, Itália. Seus pais já de idosos, Compagnonus de Guarutti e Amata de Guidiani, não tinham filhos até uma visita ao Santuário de São Nicholas em Bari na Itália, suas preces para terem um filho foram finalmente atendidas. Em gratidão chamaram seu filho de Nicholas.
Frade agostiniano com 18 anos e um estudante do Beato Angelus de Scarpetti, mais tarde monge emRecanati e Macerata. Ordenado aos 25 anos. Ele teve visões de anjos recitando “para Tolentino”. Ele interpretou como sendo um sinal para se mudar para a cidade de Tolentino e o fez em 1274, onde ele viveu o resto de sua vida.
Trabalhou como um pacificador numa cidade envolvida pela guerra civil. Pregava todos os dias e fazia milagres e curava doentes, sempre que precisava demonstrar o poder de Deus. Ele sempre dizia a todos que curava apenas com sua benção e preces : “Não contem nada disso”.
Recebeu visões inclusive imagens do Purgatório e fazia jejuns de longa duração pelas as almas do Purgatório. Ele tinha uma grande devoção aos recem falecidos, pregando e orando para as almas do Purgatório sempre que viajava em sua paróquia e com freqüência até tarde da noite.
Uma vez muito doente ele teve uma visão da Virgem Maria, Santo Agostinho e Santa Mônica. Eles disseram a ele para comer certo tipo de pãozinho mergulhado em água benta. Curado, ele começou a curar outros administrando o pãozinho e orando preces a Virgem Maria. Os pãezinhos passaram a se chamar “Os pães de São Nicolas” e ainda são distribuídos em seu Santuário.
Ele teria ressuscitado mais de uma centena de crianças já mortas inclusive algumas que se afogaram juntas. A tradição diz que o demônio uma vez bateu nele com uma vara . A vara foi mostrada em sua igreja por vários anos. Ele era vegetariano e, certa serviram a Nicolas uma ave assada e ele fez um sinal da cruz sobre ela e ela simplesmente voou pela janela.
Certa vez nove passageiros em um navio que estava no meio de uma terrível tempestade em alto mar, pediram ajuda a São Nicholas e ele simplesmente apareceu no céu vestido de um hábito preto e irradiando uma luz brilhante e segurando um lírio em sua mão esquerda e com sua mão direita acalmou a tempestade e o barco chegou salvo ao seu destino. De outra vez a aparição do santo salvou o palácio de Doge de Veneza, de se queimar totalmente, lançando um pedaço pão às chamas.
Ele morreu de causas naturais em 10 de setembro em Tolentino, suas relíquias foram redescobertas em Tolentino em 1926 e foram colocadas em um lindo Santuário feito para elas.
Oração de São Nicolau de Tolentino
Oh! glorioso Taumaturgo e Protetor das almas do purgatório, São Nicolau de Tolentino!
Com todo o afeto de minha alma te rogo que interponhas tua poderosa intercessão em favor dessas almas benditas, conseguindo da divina clemência a remissão de todos os seus delitos e suas penas, para que saindo daquele tenebroso cárcere de dores, possam a ter no céu a visão beatífica de Deus.
E a mim, teu devoto servo, alcançai-me, oh! grande santo!, a mais viva compaixão e a mais ardente caridade até aquelas almas queridas.
Amém.

TRATADO DA CASTIDADE – SANTO AFONSO DE LIGÓRIO



Retirado de “Tratado da Castidade”, de Santo Afonso de Ligório, o excerto abaixo é uma exortação às almas que querem fugir do pecado da impureza.
São recomendadíssimas as palavras desse Doutor da Igreja, especialmente para aqueles que estão afogados na lama do pecado da masturbação, da pornografia, da fornicação, do adultério, dos vícios e prática homossexuais.
“Bem aventurados os puros”, diz Jesus. Sejamos puros. Só assim poderemos alcançar a glória do Reino de Deus.
COMO FUGIR DA IMPUREZA?
Se fores, pois, molestada por tais tentações, alma cristã, não deves perder a coragem, antes, animosamente combater, empregando os meios que te vou indicar, e não sucumbirás:
a) O primeiro é humilhar-se continuamente diante de Deus. O Senhor castiga muitas vezes os espíritos soberbos, permitindo que caiam em qualquer pecado impuro. Sê, pois, humilde, e não confies em tuas próprias forças. Davi confessa que caiu no pecado por não ter se humilhado e ter confiado demais em si mesmo: “Antes de me haver humilhado, eu pequei” (Sl 118, 67). Devemos temer sempre a nossa própria fraqueza e colocar em Deus toda a nossa confiança, esperando firmemente que nos preserve desse vício.
b) O segundo meio é recorrer imediatamente a Deus, sem entrar em diálogo com a tentação. Logo que se apresentar ao nosso espírito um pensamento impuro, devemos elevar a Deus imediatamente o nosso pensamento ou dirigi-lo a qualquer objeto indiferente. A coisa melhor será invocar imediatamente os Santíssimos Nomes de Jesus e Maria, e não cessar de repeti-los até desaparecer a tentação. Se ela for muito forte, será bom repetir muitas vezes o seguinte propósito: Ó meu Deus, prefiro morrer a Vos ofender. Peça-se socorro, dizendo: Ó meu Jesus, socorrei-me. Maria, assisti-me. Os Nomes de Jesus, Maria e José possuem uma força especial para afugentar as tentações do demônio.
c) O terceiro meio é a recepção assídua dos Santos Sacramentos da Confissão e da Comunhão. É de suma importância revelar quanto antes ao confessor as tentações impuras. “Uma tentação revelada já está meio vencida”, diz São Filipe Néri. E se alguém teve a infelicidade de consentir em uma tentação, não se demore nenhum instante em se confessar disso. São Filipe Néri livrou um rapaz desse vício, induzindo-o a confessar-se logo depois de cada queda.
A Santa Comunhão, está fora de dúvida, confere uma grande força na resistência às tentações desonestas. O Sangue de Jesus Cristo, que recebemos na Sagrada Comunhão, é chamado pelos Santos de ‘Vinho gerador de Virgens’ (Zac 9, 17). O vinho natural é um perigo para a castidade; este Vinho Celestial é o seu conservador.
d) O quarto meio é a devoção à Imaculada Mãe de Deus, que é chamada a Virgem das Virgens. Quantos jovens não se conservaram puros e castos como Anjos, devido à devoção à Santíssima Virgem!
e) O quinto meio é a fuga da ociosidade. O Espírito Santo diz (Ecli 33, 21): “A ociosidade ensina muita coisa má”, isto é, ensina a cometer muitos pecados. E o profeta Ezequiel (Ez 16, 49), assevera que foi a ociosidade a causa das abominações e ruína final dos habitantes de Sodoma. Conforme São Bernardo, a ociosidade motivou a queda de Salomão. Por isso São Jerônimo exorta a Rústico (Ep. ad Rust., 2) que esteja sempre ocupado, para que o demônio não o preocupe com suas tentações. “Quem trabalha é tentado por um demônio só; quem vive ocioso, é atacado por uma multidão deles”,diz São Bo Ventura
f) O sexto meio consiste no emprego de todas as precauções exigidas pela prudência, tais como a modéstia dos olhos, a vigilância sobre as inclinações do coração, a fuga das ocasiões perigosas, etc.
Irmãos devemos lutar Cotidianamente,com todas as nossas forças.Amém!

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Menino americano muda de sexo!


Satanas hoje utiliza-se de vários metodos para enganar as pessoas. Nesse caso um pai, da Força Aérea, concorda com seu filho de apenas 8 anos, que não tem nem a mente amadurecida, em uma mudança de sexo, coisa abominavel aos olhos de Deus. Toda a família é enganada e satanas usa como instrumentos o pediatra, que não é sábio e não sabe dar os conselhos certos, cristãos. Em Levítico 20,13 diz: “Quando também um homem se deitar com outro homem, como com mulher, ambos fizeram abominação; certamente morrerão; o seu sangue será sobre eles.” e em Deuteronômio 22,5 diz: “Não haverá traje de homem na mulher, e nem vestirá o homem roupa de mulher; porque, qualquer que faz isto, abominação é ao SENHOR teu Deus.”. Vejemos a história:
Um menino de 8 anos do Arizona, nos Estados uidos, foi reconhecido legalmente como menina aos 8 anos. Joey Romero, agora Josie, foi diagnosticada como transexual quanto tinha apenas 6 anos. Segundo a mãe, desde os 4 nos a filha não aceitava as explicações dos pais e afirmava que era uma menina. “Quando começou a falar ela dizia ‘sou uma menina’, e nós a corrigíamos, ‘não, você é um menino’”, disse Vanessia, de acordo com o site do jornal Telegraph. O pai, Joseph, engenheiro da Força Aérea americana, afirmou que foi difícil superar a mudança. “Eu lamentava a perda de meu filho, mas quando cheguei a um acordo com ele soube que tinha ganhado uma filha”, disse. Os pais contaram o que acontecia com o filho ao pediatra quando ele tinha 5 anos e o médico os encaminhou a um especialista, foi quando eles começaram a aceitar a mudança de sexo do filho. Aos 8 anos, Josie foi reconhecida legalmente como uma menina em sua certidão de nascimento e no passaporte. A partir de agora, ela será medicada para prevenir a adolescência masculina. Aos 12 anos começará a receber hormônios femininos e passará por uma cirurgia.
O mundo de hoje esta louco, não distinguem mais o certo do errado, perderão a coerência. Mesmo que não fossem tementes a Deus um sensato não deixaria seu filho fazer uma loucura dessas, é perdição para o filho, o pai e a mãe.
Busquemos a santidade irmãos pois é ela que irá nos iluminar em meio a um mondo de trevas que é o de hoje. Vivemos nesses tempos o drama da fé. Nossa vida até a morte tem que ser uma oração continua e incessante, quando estivermos falando possa ser uma oração, quando estivermos nos alimentando, dormindo, que as nossas vidas possam ser testemunho de conversão para outras almas, assim como foi a vida de Jesus. Penitencia, sacrificio, oração, despreso pelas coisas do mundo, desejo de salvação para se e para outras almas, jejum, humilhação perante Deus, humildade, castidade, obediência, amor, misericordia, santidade, olhar direcionado a Deus em todas as circunstâncias e momentos, é assim que podemos ser um outro Jesus aqui na terra, podendo ir também pelo martírio que nos iguala com certa diferença ao nosso Redentro, Jesus Cristo, que amou, abraçou e beijou a Cruz, por amor a todos nós.
“A humildade é o própio Jesus, por isso a SS. Virgem é a Mãe da humildade.”, peçamos a Ela para nos guardar e proteger.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Condenada à morte por beber um copo de água


No Paquistão, numa plantação de bagas, uma camponesa católica - Asia Bibi - ousou beber água de uma vasilha comum.
Que blasfémia, meu Alá. Como se sabe, as beatas católicas têm vírus letais, que podem contaminar as outras pessoas (muçulmanas boazinhas, neste caso). As colegas de trabalho de Asia Bibi reagiram de forma justa, apelidando-a de “Haram“, isto é, “és uma porca, ó católica“. Perante esta ofensa terminal, a sede metediça de Bibi só podia ter uma consequência: a condenação à morte pelo chefe da aldeia.
É bem feito, sim senhora. Quem a mandou beber água do balde comum, ah? Quem? A senhora dona Asia Bibi não sabia que os muçulmanos bonzinhos não podem ter contacto com os católicos impuros? É bem feito, pá. Estamos a falar de alguém que acredita em Jesus, esse charlatão que se julga acima de Maomé. Ou seja, além de impura, Asia Bibi é estúpida. Agora tem aí a paga. E já vem tarde.
Ainda por cima, esta herege não baixou os olhos quando foi repreendida. No Paquistão, “ser cristão é saber baixar um pouco os olhos“ . É normal, pois então: os cristãos são uns míseros 6 milhões num universo de 170 milhões de muçulmanos puros e imaculados. Não respeitando este contexto, a catolicazinha não baixou os olhos e, vejam bem, ainda protestou. Estava mesmo a pedi-las.
E, reparem, o chefe da aldeia ainda lhe deu uma chance:“se não queres morrer, deves converter-se ao Islão”. Que simpatia de homem, que gentileza, que tolerância milenar (estou que nem posso). E sabem qual foi a reação da galdéria católica? Recusou esta oferta de boa vontade. Portanto, Asia Bini tem mesmo de morrer, porque o profeta precisa de ser vingado.
Agora, esta frescalhona está presa nas masmorras de Sheikhupura, numa cela com três metros quadrados e sem luz do sol. E parece que o líder religioso lá do sítio já ofereceu 500 mil rupias pela sua morte. Confesso que estou que nem posso. Estas beatas têm de aprender a não sair da sua toca, não é verdade?
Como podemos ver, existe mais do que nunca nos dias de hoje verdadeiros cristão que morrem por cristo, grandes mártires que sem medo derramam todo o sangue por JESUS e Sua IGREJA. Os finais dos tempos está a cada dia que passa se aproximando, nos preparemos para nunca por medo ou por falta de profundidade negarmos o Deus verdadeiro e único, aquele que foi, que é, e que ha de vir, o nosso Deus criador todo poderoso. Nos preparemos irmãos, pois os dias foram abreviados, e temos que estar preparados para também darmos nossa vida como ato amor a Deus! Ele já reservou o nosso lugar no céu! vamos juntos de encontro ao Deus que é todo amor e que nos criou para sermos cidadãos da pátria celeste! Não deixemos que falsos profetas, e nenhum demônio da modernidade consiga nos arrancar de Deus, renunciados de nós mesmos e do mundo vamos buscar de todo o coração a santidade, ela é real pois se Deus nos inspirou, Ele também nos capacitou. Nos apropriemos dessa graça! Deus nos abençoe!!!

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

O exorcismo no cinema


 

Trago aqui um trecho de uma matéria publicada na revista A Tribuna, da Arquidiocese de Campinas, onde pude responder algumas perguntas acerca dos filmes sobre exorcismos, que têm aparecido com certa frequencia nos cinemas.(Pe. Demétrio)
A Tribuna: Padre, o exorcismo é um tema que exerce fascínio entre as pessoas e sempre explorado pelo cinema, que abusa dos “sustos” como forma de garantir a audiência. O que é o exorcismo?
Pe. Demétrio Gomes: O exorcismo é uma ação litúrgica – propriamente um sacramental – utilizada, como afirma o Catecismo da Igreja Católica, quando a Igreja pede publicamente e com autoridade, em nome de Jesus Cristo, que uma pessoa ou objeto sejam protegidos contra a ação do Maligno e subtraído ao seu domínio.
A prática dos exorcismos foi iniciada na Igreja pelo seu próprio Fundador, e nela esteve presente ao longo de toda sua existência. Foi o mesmo Senhor quem deu aos apóstolos o poder de expulsar os espíritos imundos, afirmando que, entre os sinais que os acompanhariam os que crêem, estaria a expulsão dos demônios (cf. Mt 16,17).
Atualmente os exorcismos podem ser classificados como públicos eprivados. Os primeiros são aqueles administrados em nome da Igreja, por uma pessoa legitimada e segundo os ritos previstos; em caso contrário, são privados. Também como solenes e simples. Os exorcismos solenes são aqueles previstos para os casos de possessão ou obsessão diabólica; já os simples são aqueles que estão integrados dentro de outros ritos, como os do catecumenato ou do batismo.
A Tribuna: Em linhas gerais, qual é a posição da Igreja para reconhecer a necessidade de um exorcismo? Quem pode ministrá-lo?
Pe. Demétrio Gomes: Como afirmou certa vez o Papa Bento XIV, na Carta Sollicitudini, de 1745, essa necessidade se dá quando o exorcista possui uma certeza moral de que o exorcizando esteja realmente atormentado pelo demônio. Essa certeza moral é atingida quando se emprega todos os meios prudenciais para certificar-se que não se trata de algum fenômeno de ordem puramente natural.
O exorcismo solene, tal como está previsto no Ritual de Exorcismos só pode ser realizado por um sacerdote e com a devida licença do Bispo diocesano, que pode concedê-la, como indica o Código de Direito Canônico, a um presbítero piedoso, douto, prudente e com integridade de vida.
A Tribuna: Psiquiatria, psicologia e neurologia hoje diagnosticam e oferecem tratamento para muitos transtornos antes encarados como possessão demoníaca. Esses aspectos são considerados pela Igreja na avaliação dos casos em que se suspeita de possessão? Quando o exorcismo é descartado?
Pe. Demétrio Gomes: Para evitar uma tendência a considerar todos os eventos aparentemente extraordinários uma intervenção do demônio, o próprio Ritual de Exorcismos indica que, antes do uso deste sacramental, o exorcista deve manifestar a máxima prudência, não crendo facilmente que alguém esteja possesso, pois não se descarta a princípio a existência de alguma doença, sobretudo de ordem psíquica. Neste sentido, o exorcista, sempre observando o sigilo da confissão, poderá recorrer aos peritos em ciência médica e psiquiátrica para avaliação de cada caso. Se ficar comprovado que o fenômeno é de fato de ordem natural, não deverá ser realizada a celebração do exorcismo.
Agora, a Igreja está atenta a outro extremo. Àquela postura dos que consideram que o demônio não intervém na vida dos homens, tentando reduzir a intervenção dos espíritos malignos a fenômenos meramente psíquicos ou paranormais. Também o Ritual de Exorcismo alerta para esta questão, solicitando a atenção aos artifícios e fraudes usadas pelo Diabo para enganar a pessoa, para convencer o possesso a não se submeter ao exorcismo, afirmando tratar-se de doença natural. Aliás, esta é uma das grandes vitórias do demônio: fazer acreditar que ele não existe, ou que não atua na história dos homens de hoje. Infelizmente pode acontecer, como notou certa vez o exorcista de Roma, o Pe. Gabriele Amorth, muitos sacerdotes aderem a esta segunda postura, e acabam descuidando do tremendo dever de caridade que têm de atender a estas pessoas atormentadas pelo demônio, afirmando, sem uma diligente investigação, tratar-se de algum fenômeno psicológico.
A Tribuna: Avaliando, de forma mais direta, três filmes que abordam o Exorcismo: “O Exorcista”, “O exorcismo de Emily Rose” e “O Ritual”, mais recente, em quais pontos (de forma geral) essas obras apresentam conteúdo fidedigno ao Exorcismo na Igreja e em quais se distancia?
Pe. Demétrio Gomes: Sobre os três filmes citados, pode-se dizer que abordam conteúdos reais que ocorrem realmente nos exorcismos, acrescentados com toques cinematográficos para tornar os filmes mais “palatáveis” para os apreciadores do gênero. Entre os elementos que ocorrem nos casos de manifestações demoníacas e que os filmes trazem, estão: o falar palavras em línguas desconhecidas, a manifestação de coisas distantes ou ocultas, superioridade de força em relação à idade ou condições físicas, aversão a Deus, à Virgem Maria, aos demais santos e à Igreja. Não é difícil encontrar estes elementos nos filmes citados, o que certamente revela que houve um mínimo de preocupação por parte dos diretores por investigar os casos de exorcismo na Igreja. Aliados a estes conteúdos aparecem também outras imprecisões, que certamente passarão desapercebidas pelo público geral. Penso, por exemplo, no último exorcismo do filme “O Ritual”, onde o seminarista – ou diácono? – aparece realizando as funções próprias e exclusivas de um sacerdote na celebração do Exorcismo Maior. Apesar dessas e outras imprecisões, penso que esses filmes trazem muito mais semelhanças com o real do que cenas fantasiosas.
A Tribuna: Algo nesses filmes chamou sua atenção ou surpreendeu?
Pe. Demétrio Gomes: Em minha opinião, existe uma característica comum a esses filmes citados – sobretudo aos dois últimos – que me parece digna de ser mencionada. Mesmo estando elencados na categoria “terror”, não diria que são filmes propriamente desse gênero. Sem dúvida alguma, contêm cenas assustadoras, que nos permitem vislumbrar o quão extraordinariamente podem manifestar-se as forças infernais. Porém, vejo estes filmes como um grande convite ao telespectador a enfrentar-se diante de uma pergunta fundamental: “Será que tudo o que existe se esgota nesta realidade que conhecemos pelos nossos sentidos?”. Parece-me que estes filmes proporcionam um grande apelo a abrir-nos ao sobrenatural, a descobrirmos que existe uma realidade que nos rodeia e ultrapassa aquilo que podemos captar com nossos sentidos, sem ferir, contudo, a nossa razão natural. A existência do demônio – tônica desses filmes – é um grande chamado a pensarmos na existência de Deus, sem o qual aquele não existiria. No fundo, subjaz – talvez inconscientemente – algo bem semelhante ao argumento filosófico utilizado por Santo Agostinho de Hipona, que apontava para a existência de Deus – o Bem – a partir da existência do mal, já que este consiste na privação do bem.
Estas características aparecem em algumas frases que chamam bastante a atenção do atento espectador. Cito, por exemplo o trecho da Carta de São Paulo, que aparece na lápide do túmulo Emily Rose, ao final do filme: “trabalhai pela vossa salvação com temor e tremor” (Fil 2,12). E outra do filme “O Ritual”, que é uma frase do Pe. Lucas, personagem de Anthony Hopkins para o jovem seminarista Michael Kovak: “Escolher não acreditar no demônio não te protegerá dele.” Uma excelente exortação aos homens de nosso tempo, que pretendem banir toda a alusão a Deus da esfera pública. A presença do mal no mundo, paradoxalmente, é uma manifestação patente de que Deus existe.
Termino lembrando umas palavras tomadas dos escritos de Santa Teresa de Jesus bastante confortadoras diante do temor que pode surpreender-nos ao tratar deste tema: “O demônio teme uma alma unida a Deus, como teme o próprio Deus.” É por isso que o sacramento da Penitência – mais importante que os exorcismos, que são apenas sacramentais – é tão temido pelo demônio, pois aumenta a união do fiel a Deus. Infelizmente é um dos sacramentos mais negligenciados de nosso tempo…